domingo, 16 de junho de 2013

Situação de Aprendizagem - "Pausa"





CONTO DE MOACYR SCLIAR

“PAUSA”
 TRABALHANDO COM ATIVAÇÃO DE CONHECIMENTOS DE MUNDO, ANTECIPAÇÃO E CHECAGEM DE HIPÓTESES 

“Os sonhos
pra quem sonha são reais
e a vida sem o sonho
é ilusão ”
(Paulo Franco)

1.ATIVAÇÃO DE CONHECIMENTOS DE MUNDO

1)  Qual a importância dos sonhos para as pessoas?
2)  A correria da vida moderna tem interferido na qualidade de vida das pessoas?

3)  É possível se sonhar acordado?


2.ANTECIPAÇÃO OU PREDIÇÃO


  a)Leitura do segundo ao nono parágrafos
  - Vai sair de novo Samuel?
•Diante do trecho lido sugerir algumas reflexões:
a)O que este homem vai fazer?
b)Por que este homem sai tanto sem dizer claramente aonde vai?
Gerar expectativas nos alunos.

3.CHECAGEM DE HIPÓTESES
O homem mente para a sua esposa?
Alguém espera por ele no hotel?
Por que ele olha para os lados e entra furtivamente no hotel?


Localização e comparação de informações e
Generalizações


ØQuais as características dos personagens do texto?
ØEstabeleça comparações entre os ambiente de casa e do hotel.
ØPor que no hotel o personagem se chama Samuel e no hotel chama-se Isidoro?


 PRODUÇÃO DE INFERÊNCIAS LOCAIS E GLOBAIS

a)“  Samuel subiu quatro lanços de uma escada vacilante. Ao chegar ao último andar, duas mulheres gordas, de chambre floreado, olharam-no com curiosidade:
-Aqui, meu bem! – uma gritou, e riu: um cacarejo curto. ”
b) “A mulher coçava a axila esquerda. Antes que voltasse a carga, Samuel pegou o chapéu:
- Volto de noite. ”

Estudo do contexto de produção (Recuperação)
Metas e finalidades desta atividade de Leitura

 

1.Realizar pesquisa sobre o autor;
2.Recuperar através de pesquisa histórica, o contexto histórico em que o texto foi produzido;
3.Estabelecer a importância deste texto para entendimento do contexto.
OBJETIVO DA PESQUISA
a)Conhecer melhor o escritor e seu estilo, refletir sobre a intenção do autor;
b)Relacionar o fato histórico à crônica, levando em conta as informações relacionadas à pesquisa;
c) Reconhecer os elementos narrativos .

Trabalho com Intertextualidade

ÓBITO

A gente morre um pouco
porque o cão de estimação
lambuza o nosso quintal,
porque queremos mais do que precisamos
e porque as folhas sujam 

a sacada após o temporal.
A gente morre porque abusa,
por não ter o que fazer
ou por fazer o que não usa.
Morremos porque amamos,
e em excesso nos escravizamos.
Morremos porque somos
vitimados pelas iras que guardamos.
A gente morre pelo ato,
porque aperta o sapato,
porque queima a comida,
a gente morre por matar a vida.

Morremos por falta de tempo
de ver o pôr-do-sol
e por falta de sol porque não temos tempo.

E ainda a gente morre
porque não suporta
da tevê alienações
e porque eram falsos
os profetas das revoluções.

A gente morre de sim,
a gente morre de não,
a gente morre por não ver
o que alimenta o medo
em nossa emoção.
Paulo Franco
QUESTÕES SOBRE INTERTEXTUALIDADE
1.Qual a relação entre a crônica e o poema?
2. O poeta estabelece quais situações que impedem as pessoas de sonhar?
3. “Morremos por falta de tempo
      de ver o pôr-do-sol
      e por falta de sol porque não temos tempo.”
Nesta estrofe, o poeta estabelece a falta de tempo como uma das causas da infelicidade.
Qual a relação desta tese com a crônica de Moacyr Scliar? 

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM DO TEXTO "AVESTRUZ " DE MÁRIO PRATA, FEITA PELOS CURSISTAS DO MGME

Avestruz – Mário Prata 

ESTRATÉGIAS DE LEITURA 
1. ATIVAÇÃO DE CONHECIMENTOS DE MUNDO: ANTECIPAÇÃO OU PREDIÇÃO, CHECAGEM  DE HIPÓTESES
Oralidade (roda de conversa): Conhecimentos prévios sobre o título:
·                    O que sabem sobre o avestruz?
·                    Alguém já viu um avestruz?
·                    Descreva o avestruz.

2. LOCALIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES, COMPARAÇÃO DE INFORMAÇÕES E GENERALIZAÇÕES

·                    Leitura compartilhada

 QUESTIONAR
·                    É viável possuir um avestruz como animal de estimação em um apartamento?
·                    É tão prático conseguir um avestruz como se faz o pedido de uma pizza?
·                    Por que o autor cita que o avestruz foi um “erro da natureza
·                   Qual a sua opinião quanto ao ponto de vista do autor a respeito do “erro”?

3. PRODUÇÃO DE INFERÊNCIAS LOCAIS, PRODUÇÃO DE INFERÊNCIAS GLOBAIS

·                    Por que o autor cita o nome Strithio camelus australis?

4. RECUPERAÇÃO DO CONTEXTO DE PRODUÇÃO; DEFINIÇÃO DE FINALIDADES E METAS  DA ATIVIDADE DE LEITURA

Esse texto pode sugerir a época em que ele foi escrito?O que indica e comprova a sua resposta?

5. PERCEPÇÃO DAS RELAÇÕES DE INTERTEXTUALIDADE;PERCEPÇÃO DAS RELAÇÕES  DE INTERDISCURSIVIDADE

·                    .Comparar a crônica Avestruz ao conto O patinho Feio
·                    .Semelhanças e diferenças(diversidade)

6.PERCEPÇÃO DE OUTRAS LINGUAGENS,ELABORAÇÃO  DE APRECIAÇÕES ESTÉTICAS  


·                    .Solicitar pesquisas(ficha técnica sobre outros animais)


Reino:    animália
Filo:        chardata
Classe:   aves
Ordem:  Struthioniformes
Família : Struthionidae vigors, 1825
Espécie: S. camelus
Altura :   2 a 2,70m
Peso:     100 a 150kg
Expectativa de vida:  50 a 70 anos

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM DO TEXTO "MEU PRIMEIRO BEIJO" DE ANTÔNIO BARRETO, FEITA PELOS CURSISTAS DA MGME

MEU PRIMEIRO BEIJO
ANTÔNIO BARRETO


ATIVAÇÃO DE CONHECIMENTOS DE MUNDO; ANTECIPAÇÃO OU PREDIÇÃO; CHECAGEM DE HIPÓTESES.

QUESTIONAMENTOS:
1. O QUE SUGERE O TÍTULO DO TEXTO?
2. QUE GÊNERO TEXTUAL PODERIA SER?
3. QUE PERSONAGENS PODEM ESTAR ENVOLVIDOS?
4. SERÁ QUE A EXPERIÊNCIA FOI BOA OU RUIM?
LEITURA SILENCIOSA:
PROPOR A LEITURA SILENCIOSA E APÓS CHECAR SE AS HIPÓTESES LEVANTADAS SE CONFIRMAM.

LOCALIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES; COMPARAÇÃO DE INFORMAÇÕES; GENERALIZAÇÕES.

QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DO TEXTO:
A) QUEM SÃO AS PERSONAGENS?QUAL A IDADE?
B) POR QUE VOCÊ DEDUZ ISSO? INDIQUE PASSAGENS DO TEXTO.
C) COMO ERA A RELAÇÃO DELES? ANTES E DEPOIS DO BEIJO.
D) ONDE ACONTECEU O PRIMEIRO BEIJO?
E) QUEM NARRA A HISTÓRIA?
F) ORGANIZE OS PRINCIPAIS FATOS OU ACONTECIMENTOS DA NARRATIVA NO QUADRO ABAIXO:
                                                                    ELE                       ELA
1 INICIO DA HISTÓRIA
2 ANTES DO BEIJO
3 NO ÔNIBUS
4 NO PORTÃO

PRODUÇÃO DE INFERÊNCIAS LOCAIS; PRODUÇÃO DE INFERÊNCIAS GLOBAIS.
ESTUDO DO VOCABULÁRIO:

1. LEVAR DICIONÁRIOS PARA SALA DE AULA E FAZER UM LEVANTAMENTO DOS TERMOS DESCONHECIDOS.
2. O PROFESSOR PODE ESCREVER NA LOUSA AS PALAVRAS APONTADAS PELO ALUNO E PEDIR QUE PROCUREM O SIGNIFICADO.
3. COMPARTILHAR A PESQUISA COM A CLASSE
RECUPERAÇÃO DO CONTEXTO DE PRODUÇÃO; DEFINIÇÃO DE FINALIDADES E METAS DA ATIVIDADE DA LEITURA.
A) PARA QUE PÚBLICO O AUTOR ESCREVE?
B) A LINGUAGEM ADOTADA É COMPATÍVEL COM O PÚBLICO LEITOR?
C) O AUTOR NÃO NOMEIA AS PERSONAGENS, HAVERIA UMA INTENCIONALIDADE?
PERCEPÇÃO DAS RELAÇÕES DE INTERTEXTUALIDADE; PERCEPÇÃO DAS RELAÇÕES INTERDISCURSIVIDADE.

LEITURA DO POEMA
Um beijo

Foste o beijo melhor da minha vida,
ou talvez o pior... Glória e tormento,
contigo à luz subi do firmamento,
contigo fui pela infernal descida!

Morreste, e o meu desejo não te olvida:
queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
e do teu gosto amargo me alimento,
e rolo-te na boca malferida.

Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo,
batismo e extrema-unção, naquele instante
por que, feliz, eu não morri contigo?

Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuta,
beijo divino! e anseio delirante,
na perpétua saudade de um minuto...
Olavo Bilac

PERCEPÇÃO DE OUTRAS LINGUAGENS; ELABORAÇÃO DE APRECIAÇÕES ESTÉTICAS E/OU POLÍTICAS.

 LEVAR PARA SALA DE AULA PINTURAS, FOTOS QUE RETRATEM BEIJOS: “O PRIMEIRO BEIJO”, “O BEIJO” DE KLINT, ETC.

 CURIOSIDADES:

OS VÁRIOS SIGNIFICADOS DO BEIJO EM CADA CULTURA (LEMBRAR QUE EM ALGUNS PAÍSES SÓ OS HOMENS SE CUMPRIMENTAM COM BEIJO; O NÚMERO DE BEIJOS VARIA EM CADA REGIÃO DO NOSSO PAÍS)
OS BEIJOS CINEMATOGRÁFICOS IMORTALIZADOS PELO CINEMA.
RELEMBRAR HISTÓRIAS BÍBLICAS DO BEIJO DA TRAIÇÃO DE JUDAS.

O BEIJO, GUSTAV KLINT.



MEU PRIMEIRO BEIJO



Beijo cinematográfico



Beijo hq


ROSÂNGELA REZENDE

sexta-feira, 14 de junho de 2013

INFELIZ TRAJETÓRIA 2005

Criança,
Menina,
Moça,
Vontades,
Sonhos,
Fantasias,
Desejos,
Um olhar,
Uma paixão
Uma esperança,
Um encontro,
Uma promessa,
Volúpias,
Gozos,
Mulher,
Silêncio,
Abandono,
Sofrimento,
Dúvidas,
Traição,
Desepero,
Saudade,
Esquecimento.
Destino?
Fim?

Black Lily

segunda-feira, 10 de junho de 2013

A Progressão e o Grande Irmão



Cansei!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Por não saber o que fazer com as crianças e com os adolescentes (ou por saber demais), o governo brinca com os velhos. E aos pobres, aprovação automática neles! Acho que o "grande irmão", devidamente pensado pelo George Orwell, é a plenitude da verdade.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

História dos meus avós

      Meus avós gostavam muito ler,mas não liam para mim, liam para si mesmos. Para mim, eles contavam suas histórias de dificuldades de suas vidas. Na época de nossos avós tudo era muito difícil, não era como hoje. Meu  pai sempre falava: - Vocês tem tudo  muito fácil ...
ROSÂNGELA  ALVES LIMA

Minha experiência


  
Minha experiência com a leitura foi na primeira série com o livro O Gato de Botas, sobre o qual eu teria que fazer ficha de leitura ,mas como a professora era muito brava, eu não pedi explicação. Cheguei em casa chorando. Coitada da minha mãe, saiu para comprar o livro ,mas foi bom que não encontrou. É através da leitura que aprendemos a pensar, refletir e sermos formadores opinião.
ROSÂNGELA ALVES LIMA

quinta-feira, 6 de junho de 2013

quarta-feira, 5 de junho de 2013

MINHA LETRA

SEMPRE GOSTEI MUITO DE LER, VÁRIOS TIPOS DE TEXTOS, UMA COISA QUE EU NÃO GOSTO MUITO É DE ESCREVER À MÃO, ANTIGAMENTE EU USAVA UMA MÁQUINA DE ESCREVER QUE AINDA TENHO GUARDADA...RSRS

TIVE UM PROFESSOR QUE IMPLICAVA COM A MINHA LETRA QUE ERA DE FÔRMA, ME FORÇOU A MUDAR PARA LETRA DE MÃO(CURSIVA), E ATÉ HOJE ELA É HORRÍVEL E MISTURADA. EU ADORARIA TER UMA LETRA PEDAGÓGICA LINDA...ÀS VEZES ENTRO NA SALA E TEM UMA LETRA LINDA NA LOUSA, DÁ ATÉ DÓ DE APAGAR E COLOCAR A MINHA HORRÍVEL...KKKKK

EU SEMPRE FALO PARA OS MEUS ALUNOS, QUE TER LETRA LINDA É BOM, MAS O PRINCIPAL É QUE ELA SEJA LEGÍVEL...SE FOR FEIA, MAS LEGÍVEL TUDO BEM....NUNCA RECLAMO DAS LETRAS DOS ALUNOS POR SEREM FEIAS, SÓ POR SEREM ILEGÍVEIS...ACHO QUE FIQUEI TRAUMATIZADA...KKKK

IMAGINEM VOCÊS, EU NO COLEGIAL SER OBRIGADA A MUDAR MINHA LETRA....AFFEE TRAUMATIZEI..HEHE...MAS SABEM QUE APESAR DISSO EU ADORAVA MEU PROFESSOR....QUE COISA NÉ? EU DEVERIA ODIÁ-LO..KKKKKK


MARLI AUGUSTO

terça-feira, 4 de junho de 2013

INCONSTÂNCIA

Texto antigo  de minha autoria, espero que gostem...é de 2005
Inconstância

Choro
Rio
Amuo
Brinco
Bato
Acarinho
Grito
Sussurro
Desdenho
Compadeço
Apareço
Sumo
Revolto
Apaziguo
Falo
Aquieto
Confesso
Nego
Abro-me
Fecho-me
Sinto
Finjo
Luto
Encosto-me
Peço
Recuso
Findo
Recomeço
Escrevo
Apago
 
Marli Augusto

domingo, 2 de junho de 2013

MINHAS PRIMEIRAS HISTÓRIAS COM MEU FINADO PAI OSÓRIO.

          Meu pai, um ex-trabalhador de roça em Minas Gerais, criou cinco filhos, junto com minha mãe Ana. Ele mal sabia assinar o nome, mas era muito divertido, já,  minha mãe estudou até o quarto ano primário, o que já era muita coisa no tempo deles. Apesar de não ter estudo, era meu pai quem contava histórias para nós. A gente fazia uma roda em volta da mesa e ele contava tantas histórias e de uma maneira tão engraçada, que eu adorava. Aqui em São Paulo, sempre que acabava a energia à noite, era hora de contar histórias à luz de vela. Foi com ele que aprendi a história de João e Maria, que ele dizia Joãozinho e Mariazinha. Era muito legal. Quando fui para a escola, não me desenvolvi tão rápido quanto pensava na leitura e escrita, fui gostar mesmo de ler e escrever, na quinta série. Lembro até hoje os nomes de três livros que a professora nos mandou ler e que eu amei: Um cadáver ouve rádio, O caso da borboleta Atíria, e O escaravelho do diabo. Minhas irmãs mais velhas liam mais de um livro por semana e choravam, eu queria saber o porquê e comecei a ler também, só que elas liam histórias de amor como, Júlia, Bianca, Sabrina, etc, depois começaram a ler Agatha Christie e eu fui atrás, li vários. Líamos também muita foto novela, e eu adorava. Depois, parei os estudos na oitava série para poder trabalhar, mas quando voltei e cheguei ao colegial, meus professores me apresentaram aos clássico da literatura. O que eu mais gostei foi, Amor de perdição de Camilo Castelo Branco. Eu sempre fazia as muitas "composições" que a professora pedia. Hoje sou professora de Português e tento fazer com que meus alunos também gostem de ler e escrever.
A PRIMEIRA GRANDE EXPERIÊNCIA:
          Sem dúvida, a minha primeira grande experiência com a palavra escrita foi coordenada por minha mãe. Ela foi a primeira pessoa que percebeu a minha paixão por tentar construir versos e embora eu tivesse apenas dez anos de idade, me ensinava a contagem métrica, cortava, acrescentava, criticava, elogiava e isso me fazia muito feliz, embora fosse uma época de muita pobreza. Em seguida, já no antigo ginásio, tive a sorte de encontrar alguns maravilhosos professores que acompanharam e alimentaram essa minha paixão pela poesia que me acompanha até hoje e é parte relevante da minha existência. É claro que na sequência dos estudos e da vida, fui encontrando pela frente os grandes mestres em prosa e verso. Ainda me lembro com clareza da primeira vez que me apresentaram Drummond, Fernando Pessoa, Machado de Assis, Clarice, Neruda, Brecht, Vinícus,Cecília, Bandeira e tantos outros. A cada encontro uma intensa transformação. E o menino pobre foi aprendendo riquezas interiores e passou a se sentir, de fato, um cidadão. Acredito que a paixão pela palavra foi o meu grande instrumento de liberdade. A cada nova leitura um grande enriquecimento de percepções e uma ampliação de visão do mundo. Grande parte do que sou hoje, como educador, como cidadão e como produtor de textos, devo, sem dúvida nenhuma ao infinito universo da literatura. Hoje, tenho a grata satisfação de ser também lido por outros em inúmeras salas de aula deste país.

Paulo Franco